CRATO: PARQUE DE EXPOSIÇÃO, SOCIEDADE CIVIL E O EGOCENTRISMO


Por Kléber Filho

Criada em 1944, por abnegados agropecuaristas e políticos da época,  a Exposição do Crato, foi um evento que desde o início até os anos 1980, deixou legados inestimáveis em favor do Crato e do Ceará. Fato notório, que não nos leva mais “moer moinhos”, mas, resta tão somente, ressurgir novas perspectivas para aquele que já foi o 3o maior evento da agropecuária do Nordeste, pontificando no agronegócio brasileiro. Nós sonhamos e acreditamos em reviver estes áureos tempos. Esperança não nos falta é muito menos vontade em colaborar. Em 2017, ultrapassando barreiras e buscando realizar um novo conceito para nossa EXPOCRATO, o prefeito José Ailton Brasil⁩, pleiteou junto ao Gov Camilo Santana, a reforma no Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcanti, uma ideia que surgiu do “movimento fica Expocrato”, com justificativas de que aquela estrutura ja estava ultrapassada e precária, para realização de um mega-evento da envergadura da nossa EXPOCRATO. Pedido feito e atendido pelo Governador, onde neste ano, a reforma do equipamento se concretizou e impressionou a todos pela transformação na estrutura, o que fez com que elevasse a esmorecida autoestima do povo cratense, recebendo nossa cidade, um parque reformado, quiçá o mais funcional e bonito do Nordeste, faltado alguns detalhes para isso. Contudo, somos defensor que o Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcanti, deva sim, fazer parte da estrutura de equipamentos públicos do municipio do Crato, para que entidades vincularas ao setor, possa objetivamente opinar e participar do gerenciamento deste equipamento e dos eventos ali realizados, onde, se viabilize financeiramente e ser usufruído pela sociedade regional nos 365 dias do ano. Sabemos do empenho do prefeito do Crato em chamar para si a gestão do referido equipamento, mas, dificuldades, burocracia, estudos, entraves, jogo político e interesses que circula em torno do assunto, além, claro, do receito em assumir sozinho, tamanho encargo, fato que tem estancado e demorado nesta perspectiva. Daí, aqui  deixamos um alerta à nossa sociedade civil, para que ACORDE, RASQUE OS INTERESSES CORPORATIVOS e INDIVIDUAIS e  junte-se a municipalidade à encontrar formas compartilhadas e transparentes em gerir nosso parque, onde, defendemos que nossa renomada Associação dos Criadores do Cariri Cearense-ACC, seja parceira No 1, junto ao município e ao estado do Ceará, para com outras entidades, DESVENCILHADAS DA POLÍTICA E DE INTERESSES INDIVIDUAIS. Passados 6 meses, da última EXPOCRATO, nos parece que pouco se avançou e não se resolveu, mas creio que nossa sociedade civil, possa buscar e oferecer alternativas para o gerenciamento do Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcanti, onde neste mister não pode faltar profissionalismo, estímulo, vontade e capacidade de se abraçar com ímpeto e interesse coletivo. Precisamos reagir, tempos novos estão por vir e, esta de ficar “esperando cair do céu” e  “defender interesses ocultos” já não encontra apoio, estamos avançando em busca da eficiência e da decência no trato da coisa pública.

CRATO: PARQUE DE EXPOSIÇÃO, SOCIEDADE CIVIL E O EGOCENTRISMO CRATO: PARQUE DE EXPOSIÇÃO, SOCIEDADE CIVIL E O EGOCENTRISMO Reviewed by Folha Cratense on dezembro 14, 2018 Rating: 5

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