sexta-feira, 15 de junho de 2018

CEARÁ: ASSEMBLEIA PROMOVE II CONFERÊNCIA DA CAATINGA CEARÁ SEDIA PESQUISAS SOBRE PROJETO BIOMA CAATINGA


A Caatinga é frequentemente associada à seca, pobreza e pouca biodiversidade, mas ao contrário do que se pensa, esse bioma confere valores biológicos e econômicos significativos para o país. A "floresta branca", como é chamada em tupi-guarani, evita a emissão do gás carbônico (CO2), conserva a água e o solo e é fonte de matérias primas como frutos silvestres, forragem, fibras e plantas medicinais. A principal atividade econômica desenvolvida no ecossistema é a agropecuária. O Dia Nacional da Caatinga é comemorado no dia 28 de abril.

Com o objetivo de promover a sustentabilidade no meio rural, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil- CNA, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e apoio das Federações de Agricultura e Pecuária , criou o Projeto Biomas, nos seis biomas brasileiros (Pampa, Pantanal, Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga,). Os estudos com o Projeto Bioma Caatinga estão sediados  no Estado do Ceará, na Fazenda Triunfo, município de Ibaretama.

A convite do Conselho de Altos Estudos da Assembleia Legislativa do Ceará que está promovendo a II Conferência da Caatinga, no período de 19 a  21 de junho , a Coordenadora  do Projeto  Biomas junto à CNA, Claudia Rabello  e o pesquisador da EMBRAPA Felipe Ribeiro coordenador técnico do projeto responsável pelo bioma Cerrado e pelas ações de difusão em andamento, participam do evento, no dia 20,às 14:30hs, no Anexo 2- da Assembleia - 3ºandar- dentro do Eixo Temático Agropecuário com o Tema Adequação Ambiental  das Propriedades na Caatinga- Projeto Biomas, quando fará uma explanação  com o panorama  geral  do  projeto  e apresentará  um vídeo institucional. Felipe Ribeiro entrará com informações sobre o principal resultado que o projeto já atingiu, quais  são as metodologias de adequação ambiental que estão sendo muito úteis em vários Estados no processo de elaboração dos Programas de Regularização Ambiental (PRA). Com isso, pretendemos abrir oportunidades para também contribuir com essa discussão nos estados do bioma Caatinga. Acreditamos que com estratégias viáveis técnica e economicamente, estaremos contribuindo com a sustentabilidade da Caatinga, disse Claudia Rabello.

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