PSICODÉLICAS CORES PARTIDÁRIAS ALUCINÓGENAS PRÁTICAS POLÍTICAS


“Sejas quem tu és”
Nietzsche

A população de um país historicamente espoliada, fadada às artimanhas dos poderes governamentais, palacianos montados remotamente por suas oligarquias que se edificaram no controle e uso em demasio dos bens materiais, antes e hoje, com toda força do extrativismodas riquezas naturais e minerais pondo em bancas e roletas a maior biodiversidade do planeta, os maiores lençóis de riqueza energética fóssil, e, o mais estranho a exposição dos aquíferospara outras nações, entregando ao domínio e controle as matrizes energéticas limpas, pois não
há poder de regulação.

Na corda bamba do fazer o que o capital financeiro mandar os legisladores que logo estarão às portas das pessoas e invadindo seus lares pelo rádio e a TV, prontos para dizer que estão em luta por saúde e educação de qualidade, como se os episódios dramáticos da vida real
não estivessem almoçando e jantando com as pessoas nos seus lares, doses cavalares de produções falaciosas de moral que se expressam na necessidade de trazer ao tabuleiro dos pequenos grupos a ideia e o tratado econômico do microestado, logidamente nas cores alopradas dos partidos, que partem a face e mostra a pequinês da moral. Assertiva de que o continente Brasil tem longos e amargos dias para viver, pois os voos de rapina se montam a cada dia. O conceito de moral já fora sepultado e no seu jazido diz... “tudo foi esquecido, pois nos últimos dois anos, estávamos lutando pelo bem do povo, e, agora voltamos a lutar pelo bem do povo, só que agora juntos”. Um breve esquecimento de que a mídia que os confortaou expôs continua armazenada em algum lugar; seus discursos, alugarias, insultos e acusações.

Por essas iniciativas nada republicanas ou democráticas temos que compartilhar por meio de ações artísticas, culturais, lúdicas e educativas e com a difusão e interação das famílias e comunidade o resultado das atividades e compromissos assistência edesenvolvimento social, tendo como foco a luta popular como fomentadora de práticas maisefetivas na garantia da proteção dos direitos das crianças e adolescentes, homens e mulheres,sobretudo em condições vulnerabilidade por todo país.

Para o enfrentamento deste desafio é mais que importante que a sociedade se organize para traçar e formular para as diferentes faixas etárias com ateio e direcionamento de práticas colocando o curso da história e dos seus agentes e atores, crescimento individual e coletivo, na busca da qualidade de vida, através da ampliação das competências e habilidades educacionais
e produtivas.

A “única coisa certa é a mudança” - sabemos com certeza de que nada permanece imutável - tudo muda e, devemos lutar para que sempre seja para melhor. Em nosso cotidiano, um grande número de atividades e de ações dependem de serviços públicos, sejam eles executados ou não diretamente pelo Estado.

A evolução da humanidade é pontilhada de inovações extraordinárias, fantásticas
realizações. Mudanças parecem acontecer todos os dias em ritmos cada vez mais espetaculares, em velocidades sem precedentes na história. As novas tecnologias tornam possível o impossível, novos produtos chegam a cada dia no mercado, novos meios de comunicação, novos medicamentos, novas doenças, novas curas para elas, diferentes modos
das pessoas se vestirem e de se relacionarem.

As transformações ocorrem de forma acelerada exigem das pessoas novas
aprendizagens. Hoje, mais do que nunca não podemos nos acomodar, dormir sobre os louros. Mesmo porque mudanças repentinas estão sendo postas a toda prova todos os dias e alteraram nossas condições físicas, emocionais, sentimentais, nos torna individualista, na sensação de unicamente sou prejudicado, ou melhor, por quaisquer diversidades que se apresente ao meu
caminho, portanto, as mudanças externas ocorrem em toda base do que foi conquistado.

É preciso que nos fortaleçamos o tempo todo, a fim de estarmos sempre prontos para os desafios que estão por vir, atualizando-nos constantemente, desenvolvendo habilidades essenciais,
aperfeiçoando-nos tanto profissionalmente como em nível pessoal e fundamentalmente, coletivamente, com interação e empoderamento.

E principalmente, sem esperar estímulos e orientações que venham de fora, devemos adotar uma postura de busca e
autodesenvolvimento. É tempo de dar um salto à frente como ser humano, como indivíduo.

Vivemos hoje, uma era na qual a força de cada pessoa, de cada ser humano é crucial para evolução da sociedade, força que se expressa no respeito ao outro, e na comunicação da valoração do humano. É preciso fluir no ambiente, em vez de sermos oprimidos por ele.
Construir em vez de reagir passivamente àquilo que ocorre em nossa volta. É tempo de transformar, buscar novas realizações. As novas bases materiais que caracterizam a produção:

economia e a política trazem profundas implicações. Temos que ocupar nossos espaços e exigir direitos que resignifiquem a paz. Paz não pode ser apenas garantida pelos acordos políticos, econômicos ou militares. No fundo, ela
depende do comprometimento unânime, sincero e sustentado das pessoas. Cada um de nós, independentemente da idade, do sexo, do estrato social, crença religiosa ou origem cultural é chamado à criação de um mundo pacifico.

Tudo caminha na luta da vida em
plena interação, com compreensão dos
princípios e respeito pela liberdade,
justiça, democracia, direitos humanos,
tolerância, igualdade e solidariedade.
Implica uma rejeição, individual e
coletiva, da violência que tem sido parte
integrante de qualquer sociedade, em seus mais variados contextos. É necessário que possamos responder e assegurar soluções que advenham das pessoas nas suas categorias profissionais, nos seus credos,
das adversidades, das raças e identidades, ou seja, do seio social e não impostas do exterior de grupos de interesses adversos às ideias e necessidades das pessoas.

A manutenção da ordem e dos poderes é essencial para que não tenhamos governos totalitários que exerçam o fascismo e as armas contra as pessoas e sucumba ainda mais o valor da democracia como vemos atualmente.

Sergio Bastos

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ALUCINÓGENAS PRÁTICAS POLÍTICAS Reviewed by Moisés Rolim on dezembro 11, 2017 Rating: 5

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