Crato: Cultura e emoção na praça Siqueira Campos

A cidade do Crato amanheceu em clima de festa e alegria. Além da boa chuva que molhou essa madrugada, a RAPADURA CULTURARTE promoveu nessa manhã um grande encontro de artistas populares na praça Siqueira Campos, no centro da cidade.

O organizador do evento, o professor Jorge Carvalho, afirma que a arte popular é a única forma de mudar não só o Brasil, mas o mundo. O professor diz que é nescessário valorizar a cultura popular em um tempo crítico e ao mesmo tempo tão pertinente para que a sociedade mostre através da cultura a sua insatisfação com as retiradas de direitos vividas hoje pelo povo brasileiro.

Por lá, vários repentistas, músicos da cidade, cordelistas e poetas, destaque para o grande Luciano Carneiro poeta conhecido nacionalmente e que emocionou a todos com suas poesias.
Profissionais da educação foram representados pelo CEJA - Centro de Educação de Jovens e Adultos que contribuiu para o evento.

O RAPADURA CULTURARTE poderá realizar ainda em dezembro a última edição do ano para fechar com chave de ouro todo um trabalho realizado.

Nota do Editor:

Observo a alegria do povo e dos artistas quando juntos vivem esse momento mágico da cultura local e popular. Vejo a vontade de cada um de viver o seu povo, a sua maneira de ser e cantar o que está guardado em seu coração.

A pergunta que não quer calar: Porque momentos como esse não acontecem todos os sábados na praça mais charmosa da cidade? Porque o poder público não trás para si a responsabilidade de fazer com que o Crato faça jus ao título da cidade da cultura?

Com a palavra a secretaria de cultura do município.

Crato: Cultura e emoção na praça Siqueira Campos Crato: Cultura e emoção na praça Siqueira Campos Reviewed by Moisés Rolim on novembro 25, 2017 Rating: 5

Um comentário:

  1. Aplaudo de pé o trabalho árduo do Prof.Jorge Carvalho que é o mesmo de quem quer mostrar Deus talentos não só no centro, mas em todos os bairros da cidade que está lotado de talentos em todas as áreas, mas não tem apoio institucional e nem da população do seu próprio bairro. Vamos acordar meu povo e valorizar o que é nosso.

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